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quarta-feira, 9 de março de 2016

SALÁRIO DOS SERVIDORES DO ESTADO DO RIO PODE SÓ SER PAGO NA SEGUNDA-FEIRA DIA 14 DE MARÇO

SITUAÇÃO CADA VEZ PIOR E DE MAIS DESRESPEITO PELOS SERVIDORES, APOSENTADOS E PENSIONISTAS DO RIO DE JANEIRO.



O GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, publicou HOJE no Diário Oficial, nova DATA para o pagamento dos seus servidores, ativos, aposentados e pensionistas.

A mudança no calendário, É OUTRA DECEPÇÃO para o funcionalismo.

INSEGURANÇA MÁXIMA

Surpreendidos ontem com o aviso de que o PAGAMENTO não sairia hoje, e sim SEXTA-FEIRA, ficaram sabendo que, conforme publicado no DO, o pagamento agora pode ser feito até o DÉCIMO DIA ÚTIL DO MÊS.

O TEXTO DIZ

"Servidores ativos, inativos e pensionistas previdenciários: até o décimo dia útil do mês subsequente ao mês de competência", o que em tese, já vale para os pagamentos do mês em curso.

LAMENTÁVEL

O que o governo do Rio de Janeiro vem fazendo com seus SERVIDORES é lamentável. Isso é "brincar" com a vida FINANCEIRA e EMOCIONAL das pessoas, submetendo a todos a este NÍVEL DE INSEGURANÇA.

Como fazer diante dos compromissos e das necessidades, se não recebem o que tem DIREITO ?

CALOTE NO SERVIDOR DO RIO - PAGAMENTO DA FOLHA DE FEVEREIRO É ADIADO PARA O DIA 11 DE MARÇO

PEZÃO PISA NO SERVIDOR - NÃO VÁ AO BANCO HOJE QUE NÃO TEM PAGAMENTO.

VEJAMOS SE OS CREDORES SERÃO COMPREENSIVOS COM OS SERVIDORES QUE NÃO QUITAREM SEUS COMPROMISSOS NA DATA FIXADA, SOB A VERDADEIRA ALEGAÇÃO DE QUE O ESTADO DO RIO NÃO PAGA SEUS SALÁRIOS, APOSENTADORIAS OU PENSÃO, NA DATA COMBINADA, MESMO ESSA DATA TENDO SIDO MODIFICADA (POSTERGADA) RECENTEMENTE.

O pagamento da folha de fevereiro dos servidores do ESTADO DO RIO DE JANEIRO - Ativos - Inativos - Pensionistas - que estava programado para ser efetuado hoje - 7o. DIA DO MÊS - foi ADIADO, e agora a PROMESSA é de que será feito somente na sexta-feira - 11/03/2016. O AVISO FOI FEITO ONTEM, DE SUPETÃO, NO FINAL DA TARDE.

O governo do estado emitiu NOTA em que pede "a compreensão de seus servidores e pensionistas" e informou que a alteração da data foi necessária, devido ao agravamento da crise financeira provocada pelo aprofundamento da desaceleração da economia brasileira, recuo nos investimentos da Petrobras e queda nos preços do petróleo. 

Ainda de acordo com a nota do governo, a forte recessão da economia brasileira, "confirmada pelos dados do Produto Interno Bruto (PIB)" divulgados na semana passada pelo IBGE, está afetando todos os estados brasileiros, em particular o Rio de Janeiro, cuja economia tem, pela sua vocação natural, forte peso no petróleo.

Segundo matéria da AGÊNCIA BRASIL DE NOTÍCIAS, o valor a ser desembolsado pelo governo do estado será de R$ 1,445 bilhão a 468.621 servidores, sendo 220.323 ativos, 153.463 inativos e 94.835 pensionistas.

terça-feira, 8 de março de 2016

O SONHO DA CASA PRÓPRIA ESTÁ DE VOLTA - CEF AMPLIA OFERTA DE CRÉDITO E REAQUECE O MERCADO IMOBILIÁRIO NO BRASIL



NOTÍCIA É ÓTIMA E A DECISÃO DA CAIXA DE AMPLIAR A OFERTA DE CRÉDITO PARA A AQUISIÇÃO DE IMÓVEIS NOVOS, USADOS E ATÉ PARA O SEGUNDO IMÓVEL, POR CERTO VÃO DAR GRANDE IMPULSO NO MERCADO IMOBILIÁRIO, O QUE TEM REFLEXO POSITIVO NO EMPREGO, VISTO QUE A CONSTRUÇÃO CIVIL É UM DOS SEGMENTOS QUE MAIS CONTRATA.


O anúncio foi feito pela presidenta do banco, Miriam Belchior, durante a divulgação do balanço de 2015, em São Paulo.

A CAIXA anunciou, nesta terça-feira (8/03), medidas para reaquecer a demanda por crédito imobiliário no país. O anúncio foi feito pela presidenta do banco, Miriam Belchior, durante a divulgação do balanço de 2015, em São Paulo.

No ano passado, a CAIXA manteve a liderança folgada no segmento, com participação de 67,2%. O volume de financiamentos somou R$ 91,1 bilhões e envolveu 792 mil unidades, beneficiando 2,9 milhões de pessoas.

Os destaques são a ampliação da oferta de crédito para novas contratações, o aumento da fatia financiável de imóveis usados e a reabertura das operações de financiamento do segundo imóvel. “Essas medidas têm duplo impacto, uma vez que viabilizam o acesso à moradia para a população e aquecem o segmento da construção civil, gerando mais emprego e renda”, observou Miriam Belchior.

Segundo Miriam Belchior, a expectativa é elevar o volume de contrações em 13% este ano, o equivalente a 64 mil unidades habitacionais a mais, sendo 29,7 mil financiadas com recursos de do FGTS e 34,3 mil pela poupança.

A elevação da oferta crédito para novos empréstimos utilizará recursos adicionais do Fundo de Garantia. Dos R$ 22,5 bilhões liberados em fevereiro pelo Conselho Curador do FGTS, R$ 16,1 bilhões (72%) serão destinados à CAIXA.

A CAIXA aplicará perto de R$ 7 bilhões na linha pró-cotista. Ela permite a trabalhadores com conta ativa no fundo financiarem 85% do valor de imóveis novos e usados em áreas urbanas de até R$ 750 mil pelo prazo máximo de 30 anos a taxas de juros entre 7,85% e 8,85% ao ano.

O banco prevê ainda uma linha de R$ 2,4 bilhões com taxas especiais para construtoras de todos os portes. Dinheiro para financiar a produção de imóveis de até R$ 500 mil.

O aumento da fatia financiável de imóveis usados para até 80% de seu valor deve destravar o mercado imobiliário para os segmentos das classes média e alta, em que o imóvel atual é utilizado como entrada na compra de um novo. 

Além disso, a CAIXA vai reabrir as operações de financiamento do segundo imóvel com as mesmas condições (taxas de juros e prazos) oferecidas para quem está comprando o primeiro. “Desta forma, o cliente poderá ter dois imóveis financiados ou ter uma folga de tempo para vender o seu primeiro imóvel”, afirmou Miriam Belchior.

DESEMPREGO AFETA SAÚDE SUPLEMENTAR - 800 MIL BRASILEIROS PERDERAM OU DESISTIRAM DE SEUS PLANOS DE SAÚDE



A CRISE QUE ACABOU GERANDO DESEMPREGO, contribuiu de forma pesada para que aproximadamente 400 MIL trabalhadores perdessem seu plano de saúde. Foi no segmento dos CONTRATOS COLETIVOS EMPRESARIAIS que houve o maior BAQUE.

Sem PLANO DE SAÚDE, esse contingente de pessoas e seus familiares irão bater às portas do SERVIÇO PÚBLICO DE SAÚDE, já sobrecarregado, sem VERBAS suficientes, ou envolvido nas FRAUDES MILIONÁRIAS, especialmente das TERCEIRIZAÇÕES E ORGANIZAÇÕES SOCIAIS CRIMINOSAS.
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Planos de saúde perderam 766 mil usuários em 2015, diz instituto
07/03/2016 - Brasília - Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil

Os planos de saúde médico-hospitalares perderam 766 mil usuários em 2015, de acordo com o boletim Saúde Suplementar em Números, do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), divulgado hoje (7). Em 2014, eram 50,50 milhões. No ano passado, o número caiu para 49,73 milhões, o que equivale a uma diminuição de 1,5%.

Segundo o levantamento, a queda foi puxada principalmente pelos contratos coletivos empresariais, aqueles oferecidos pelas empresas aos seus funcionário. Nesse segmento houve queda de 404,8 mil vínculos, uma diminuição de 1,2% em relação a 2014. Isso significa que somente os planos coletivos empresariais responderam por 52,85% de todos os usuários que deixaram de ter plano de saúde em 2015.

Os planos coletivos por adesão, que são aqueles firmados por intermédio de entidades de classe, por exemplo, registraram a saída de 128,7 mil usuários, ou seja, uma queda de 1,9% do total de vínculos em 2015, em comparação a 2014. Já o total de usuários de planos individuais ou familiares caiu 1,6%, o que representa 158,6 mil vínculos a menos que em 2014.

“A saúde suplementar, da mesma forma que toda a economia brasileira, passa por um momento difícil por conta da crise econômica", diz o superintendente-executivo do IESS, Luiz Augusto Carneiro, em nota à imprensa. De acordo com ele, a queda no número de usuários acompanha uma alta dos custos no setor. Até junho de 2015, a Variação de Custos Médico-Hospitalares (VCMH) apurada pelo IESS teve alta de 17,1% em 12 meses.

O boletim mostra ainda que os planos de saúde exclusivamente odontológicos foram os únicos que não apresentaram queda no total de beneficiários. Na comparação entre 2014 e 2015, o segmento cresceu 3,8%, registrando a adesão de 795,1 mil vínculos.

Edição: Maria Claudia

segunda-feira, 7 de março de 2016

UERJ EM GREVE - PROFESSORES E DEMAIS FUNCIONÁRIOS PARAM POR TEMPO INDETERMINADO

CONDIÇÕES DE TRABALHO, SUSPENSÃO DOS CORTES ORÇAMENTÁRIOS E MELHORES SALÁRIOS SÃO REIVINDICADOS



Os Servidores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) iniciaram hoje (07/03/2016) uma greve por tempo indeterminado, pedindo melhores condições de trabalho, aumento salarial e também para protestar contra cortes orçamentários que vem afetando de forma brutal o funcionamento da UNIVERSIDADE. 

O início da paralisação, reuniu professores, alunos e funcionários técnico-administrativos, em uma manifestação em frente ao principal campus da instituição, no Bairro do Maracanã, na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro.

A PAUTA DO MOVIMENTO

Reajuste salarial de 30%

Fim da terceirização de funcionários

Regularização do pagamento de bolsas e salários

Arquivamento de processos abertos em 2012 contra sindicalistas e estudantes.

O QUE DIZ O REITOR

A reitoria da Uerj informou através de NOTA que respeita as manifestações dos servidores e aposta no diálogo para encontrar as soluções, já que reconhece dificuldades como atrasos nos pagamentos de salários, bolsas e contratos, que geram problemas na limpeza, segurança, alimentação e manutenção.

07/03/16 18:16
Fuso horário de Brasília

REMÉDIOS IMPORTADOS POR PESSOA FÍSICA TEM ISENÇÃO AUMENTADA PARA O VALOR DE US$ 10 MIL


A MEDIDA É JUSTA E NECESSÁRIA. Se o medicamento não está disponível no Brasil, é aceito pela ANVISA, o paciente ou a família pode adquirir, não tem sentido penalizar os que precisam.

Limite de isenção para remédios importados passa para US$ 10 mil

07/03/2016 - Brasília - Da Agência Brasil

O Ministério da Fazenda aumentou de US$ 3 mil para US$ 10 mil o limite de isenção para medicamentos importados por pessoas físicas, para uso e consumo pessoal ou individual. Segundo a Receita Federal, é necessária autorização da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa).

De acordo com a Receita, o teto foi elevado porque, em muitos casos, o preço do medicamento importado dessa maneira passava do limite, e o contribuinte tinha de recorrer à Justiça.

A instrução normativa com as mudanças foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (7).

Edição: Nádia Franco

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