VIRADÃO !
- Gusttavo Lima: Sob intensa investigação policial, o cantor tornou-se proprietário de 25% da Vai de Bet, além de fechar contratos milionários de uso de imagem com a plataforma.
- Zé Felipe: Fechou um dos contratos mais chocantes do setor, estimado em cerca de R$ 350 milhões por ano (aproximadamente R$ 29 milhões mensais) para publicidade.
- Cauã Reymond: Recebia cerca de R$ 22 milhões por ano para ser o rosto da plataforma BateuBet.
- Wesley Safadão e Michel Teló: Também emprestaram suas imagens em campanhas publicitárias de grande alcance nacional.
- Virgínia Fonseca: Uma das maiores arrecadadoras desse mercado, mantinha contratos com a Esportes da Sorte (com adiantamentos relatados de R$ 50 milhões, além de 30% sobre as perdas dos apostadores vinculados a ela) e recebia mais de R$ 29 milhões anuais da Blaze.
- Carlinhos Maia: Faturava cerca de R$ 40 milhões por ano promovendo plataformas de jogos e apostas.
- Deolane Bezerra: Advogada e influenciadora, foi alvo central de operações policiais (como a Operação Integration) por faturar alto e atuar diretamente na divulgação massiva dessas plataformas.
- Gkay: Chegou a receber cerca de R$ 1,4 milhão por mês da Esportes da Sorte antes de rescindir seu vínculo.
- Bia Miranda, Buarque e Maumau: Foram alvos da Operação Desfortuna, que apontou ganhos individuais na casa dos R$ 4 milhões a R$ 9 milhões em um ano com a divulgação de cassinos online.
- Raphael Sousa (Choquei) e Chrys Dias: Foram detidos em ações policiais que investigavam o uso dessas estruturas e lavagem de dinheiro.
- Neymar Jr.: Teve contratos anuais estimados em R$ 100 milhões com a Blaze, com intermediações milionárias feitas inclusive por sua empresa familiar.
- Vinicius Jr.: Estrela de grandes campanhas televisivas globais de casas de apostas, gravando comerciais de grande orçamento (como o personagem "Vini Sênior").
- Galvão Bueno: O histórico narrador esportivo vinculou sua marca e voz a propagandas de grande porte para o setor.
- Ex-jogadores históricos: Nomes como Ronaldo Fenômeno, Cafu, Zinho, Bebeto e Renato Gaúcho também fecharam contratos lucrativos de embaixadores para emprestar credibilidade a diferentes marcas de apostas.



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