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terça-feira, 12 de maio de 2026

ATENÇÃO ! ANTECIPAÇÃO DA PRIMEIRA PARCELA DO 13o. SALÁRIO PARA SERVIDORES DO EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

O CALENDÁRIO GERAL DE PAGAMENTO DOS SERVIDORES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO QUE ESTÁ MANTIDO ATÉ AQUI, CONFORME A ALTERAÇÃO FEITA PELO ATUAL GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

ENTENDA QUE  ANTECIPAÇÃO DE DATA FOI EFETIVAMENTE ANUNCIADA.

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QUANDO A UERJ VAI PAGAR A PRIMEIRA PARCELA DO 13o. SALÁRIO EM 2026QUANDO A UERJ VAI PAGAR A PRIMEIRA PARCELA DO 13o. SALÁRIO EM 2026.


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domingo, 10 de maio de 2026

CLÁUDIO CASTRO PRESO -- DESEMBARGADOR RICARDO COUTO LEVARÁ "CIGARROS" PARA ELE

  Em encontro recente, Castro reclamou das demissões e perguntou se o governador em exercício se considerava seu amigo. Couto respondeu que sim, mas não se fez de rogado. “Se um dia você for preso, vou à cadeia levar cigarros”, ironizou. 




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Ao manipular sucessão, ex-governador do Rio abriu caminho para desembargador promover devassa em sua gestão
Por Bernardo Mello Franco
10/05/2026 

quinta-feira, 7 de maio de 2026

RECOMPOSIÇÃO SALARIAL DOS SERVIDORES DO ESTADO RJ -- GOVERNADOR RICARDO COUTO CONFIRMA PAGAMENTO COM BASE NOS ROYALTIES

 Governador Ricardo Couto recebeu o Sepe em audiência e discutiu a pauta econômica.



A Coordenação Geral do Sepe se reuniu com o governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, na sede do TJRJ – na foto, a partir da esquerda: coordenadora Rosimar Silveira (Rose); coordenadora Helenita Beserra; diretoras do Sepe Doroteia Frota e Odisseia Carvalho; coordenadora Rosilene Almeida da Silva; deputado estadual Flavio Serafini; governador Ricardo Couto; secretária de Estado de Educação, Luciana Calaça (foto: TJRJ)

Representantes do Sepe se reuniram na tarde desta terça-feira (dia 5) com o governador em exercício do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, na sede do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Foi um momento histórico, pois há 10 anos o Sepe não era recebido pelo chefe de governo. O último a receber o sindicato foi o então governador Francisco Dornelles, em maio de 2016 – à época, o Estado também passava por grave crise institucional e econômica, com o impedimento do governador Pezão e os salários dos servidores atrasados – veja o vídeo das diretoras do Sepe sobre a audiência.

No entendimento dos diretores do Sepe, a reunião abriu um espaço até então inexistente de negociação com o chefe do executivo estadual. Na audiência — que também contou com a presença da secretária de Estado de Educação, Luciana Calaça —, a delegação do sindicato apresentou a Couto as principais reivindicações dos profissionais da educação. Confira os pontos discutidos e as respostas do governador:

– Sobre o cumprimento da recomposição salarial (perdas salariais de 2017 a 2021, que seriam pagas em três parcelas, totalizando 26%, em acordo aprovado na ALERJ em 2022): o governador sinalizou positivamente para a quitação das duas parcelas que ainda não foram pagas, sendo que 50% seriam pagos agora, no meio do ano, e o restante no segundo semestre. Ele disse que seu governo está organizando recursos, incluindo a receita dos royalties do petróleo – nesse ponto, destacou que aguarda o julgamento sobre a redistribuição desses royalties em curso no Supremo Tribunal Federal (STF). A direção do Sepe também reivindicou, além do pagamento da recomposição, o pagamento da perda inflacionária a partir de 2022. 

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A RENÚNCIA, INELEGIBILIDADE E FUTURA CASSAÇÃO DO BOLSONARISTA CLÁUDIO CASTRO, PODE SIGNIFICAR UMA VIRADA POSITIVA NA VIDA FINANCEIRA DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. NAS DEMAIS QUESTÕES, POUCO A POUCO, COM O DESMONTE DO ESQUEMA CORRUPTO, CRIMINOSO E INCOMPETENTE QUE DOMINAVA O ESTADO, A VIRADA JÁ É UMA REALIDADE.

TV JUSTIÇA - ROYALTIES DO PETRÓLEO - JULGAMENTO NO STF

 


terça-feira, 5 de maio de 2026

DESENROLA --- PARA SAIR DA CIRANDA DE ENDIVIDAMENTO.

 


Desenrola é liberado, e renegociação de dívidas podem ser feitas

Com sistema no ar, bancos podem ofertar acordos

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil
Publicado em 05/05/2026 - 19:26
Brasília

O governo federal liberou às 18h desta terça-feira (5) o sistema que viabiliza a nova fase do programa Desenrola Brasil.

A liberação da infraestrutura do Fundo Garantidor de Operações (FGO) pelo Ministério da Fazenda permite que bancos registrem oficialmente as renegociações e ampliem a oferta aos clientes.

Na prática, isso significa que o programa passa a operar de forma completa, com maior alcance e integração entre instituições financeiras.

O que é o Desenrola

O Desenrola Brasil é uma iniciativa do governo para ajudar pessoas endividadas a renegociar débitos com condições facilitadas. A expectativa é que o programa alcance até 27 milhões de brasileiros e viabilize a renegociação de cerca de R$ 100 bilhões em dívidas.

A proposta é permitir que consumidores com contas em atraso consigam descontos, novos prazos e condições de pagamento mais acessíveis.

>> Entenda aqui o novo programa

FONTE: Agência brasil de Notícias

CONSIGNADO COM MARGEM NOVA E PRAZO DE PAGAMENTO AMPLIADO - SERVIDORES FEDERAIS E INSS

 


O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou nesta segunda-feira (4/5) a Medida Provisória que regulamenta o Novo Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas lançado pelo governo. Entre as medidas do novo pacote está a reestruturação do crédito consignado para servidores públicos federais. 

A proposta, construída com parceria do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), redesenha as regras de acesso ao crédito com foco na redução do endividamento, na melhoria das condições financeiras dos servidores e na organização sustentável do sistema no longo prazo. 

Com a medida, o crédito consignado para servidores públicos federais passará por uma reestruturação já a partir deste ano, com mudanças que alteram tanto o limite de comprometimento da renda quanto a forma de utilização dessa margem. O novo desenho busca enfrentar um cenário geral de endividamento elevado da população brasileira. 

No conjunto, a reformulação combina três objetivos centrais: permitir a repactuação de dívidas, com migração para modalidades mais baratas, reduzir gradualmente o nível de comprometimento da renda e qualificar a oferta de crédito, eliminando produtos que hoje apresentam maior risco. As mudanças corrigem distorções acumuladas ao longo dos últimos anos sem interromper o acesso ao crédito, ampliando a capacidade de organização financeira dos servidores públicos.

Para os servidores e servidoras federais, a MP ajusta o limite máximo de contratação de consignado dos atuais 45% para 40% este ano e estabelece uma redução gradual até atingir 30% em 2031. Junto com essa adaptação dos limites, a nova regra vai extinguir, também de forma gradual, as modalidades de cartão de crédito e cartão benefício, que funcionavam com juros muito maiores do que os da modalidade empréstimo. 

Outra mudança relevante é a ampliação do prazo máximo das operações de crédito de 96 para 120 meses.

O que muda na prática

Atualmente, a margem consignável total dos servidores públicos é de 45% da remuneração, distribuída de forma rígida em três blocos:

35% para empréstimos consignados tradicionais

5% exclusivos para cartão de crédito consignado

5% exclusivos para cartão de benefício

Esse modelo cria uma limitação importante: mesmo quando o servidor não deseja utilizar os cartões, esses 10% permanecem “travados”, sem possibilidade de uso em modalidades mais vantajosas.

Com a reformulação, a margem global será reduzida para 40%, mas acompanhada de uma mudança estrutural: os 10% antes reservados exclusivamente para cartões deixam de existir como reserva obrigatória e passam a funcionar como limite máximo, permitindo sua utilização em outras modalidades.

Na prática, isso significa que o servidor poderá utilizar essa parcela da margem para contratar empréstimos consignados tradicionais — que possuem taxas de juros significativamente menores — ou optar pelas modalidades de cartão, se desejar, limitando o uso dessas modalidades a até 10% da margem. A mudança reduz o espaço destinado a modalidades mais caras, especialmente os cartões consignados, e irá ampliar o acesso ao crédito com juros mais baixos.

A diferença entre o modelo atual e o novo pode ser resumida assim: hoje, o servidor só pode usar 35% para empréstimo, mesmo que não utilize os cartões. Com a mudança: ele poderá converter a margem dos cartões em empréstimo consignado, ampliando o acesso a crédito mais barato. Esse ajuste resolve uma distorção do sistema atual, que direciona parte da margem obrigatoriamente para produtos mais caros, mesmo quando não há interesse do servidor.

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