A proposta do governo prevê que parte dos novos funcionários públicos sejam contratados sem estabilidade. O benefício ficará restrito a integrantes das chamadas carreiras típicas de Estado, como auditores fiscais e delegados da Polícia Federal.
Guedes disse que as carreiras típicas de Estado serão definidas em projetos posteriores.
O texto acaba com benefícios considerados privilégios, como licença-prêmio e progressão automática, mas apenas para os futuros servidores. A proposta também exclui militares e os membros de poderes, como juízes, promotores e políticos.
NOTA DO BLOG
Em poucos dias a REFORMA ADMINISTRATIVA começa a ser APRECIADA e VOTADA. Dentro de pouco tempo os SERVIDORES PÚBLICOS e o SERVIÇO PÚBLICO perderão o INSTITUTO da ESTABILIDADE.
O DESgoverno bolsonaro segue promovendo a destruição do SERVIÇO PÚBLICO, aniquilando com salários, direitos e condições de trabalho para os servidores civis.
O que eles chama de MERITOCRACIA é simplesmente o "QUEM INDICA", é a colocação de gente pela JANELA no lugar de quem passou em CONCURSO.
Outra BALELA é a de que a REFORMA só vai atingir quem entrar no futuro no SERVIÇO PÚBLICO. Os políticos bolsonaristas vão colocar emendas, alterações e, os atuais servidores acabaram sendo duramente atingidos. Aí, com aquela cara mais deslavada, guedes e bolsonaro dirão que, foi o CONGRESSO quem assim quis.
Em tempo, somente servidores CIVIS do EXECUTIVO serão atingidos por mais essa GRANADA. Militares, JUDICIÁRIO e LEGISLATIVO ficarão de fora. Quem mais ganha, quem mais tem PRIVILÉGIOS segue com sua vida boa.







