DUAS MATÉRIAS PUBLICADAS NA GRANDE IMPRENSA, ASSUSTARAM SERVIDORES E CIDADÃOS. FINANÇAS DO ESTADO CONTINUAM MUITO RUINS.
O ATUAL SECRETÁRIO DE FAZENDA, Luiz Cláudio Gomes. em entrevista divulgada pelo Jornal O Dia, disse o seguinte:
"Sair do acordo teria sérias consequências tanto para o estado quanto para o funcionalismo. Segundo ele, a primeira exigência por parte da União seria o pagamento de cerca de R$ 20 bilhões em dívidas, resultando em atraso de salários. (Sair do acordo) Significa ficar quatro, cinco, seis meses sem pagar folhas do estado".
Já o futuro Secretário de Fazenda, Luiz Claudio Rodrigues, do governo Wilson Witzel, que assume em JANEIRO de 2019, em entrevista publicada pelo Jornal O Globo, disse que ainda não conhece de forma detalhada o RRF, e que esse é um tema "COMPLEXO" e que foi acordado pelos dois governos que estão chegando ao fim.
Assim, é pouco provável que ocorra um ruptura do RRF, ao menos logo de cara, sem que uma nova "SOLUÇÃO" para o grave problema do Rio seja encontrada.
O que se espera é que os novos governantes sentem para negociar.
O Rio precisa conseguir uma redução dos JUROS cobrados, precisa conseguir uma FÓRMULA MÁGICA que DESARME a BOMBA da DÍVIDA que vai se acumulando e, em determinado momento pode EXPLODIR. Os ESTADOS em conjunto, precisam resolver com o governo federal a questão da LEI KANDIR.
O problema, é que o perfil da equipe econômica do futuro governo, não é muito propício para ações que levem em conta PRIORIZAR o SERVIÇO PÚBLICO e o SERVIDOR PÚBLICO.







