OS MERCADOS QUERIAM QUE A SELIC SUBISSE 0,5% - OS SINDICALISTAS QUE ELA FOSSE REDUZIDA - O COPOM DEIXOU TUDO COMO ESTÁ.
(Contraf-CUT)
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) criticou a manutenção da taxa Selic em 14,25% ao ano e diz que a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) piora a crise e empurra a economia brasileira para o “abismo”.
“Manter a taxa básica de juros só serve para manter a economia em recessão, com impactos negativos na geração de empregos. Aprofunda a crise brasileira, aumenta a dívida pública e drena recursos da sociedade para o rentismo, ou seja, para os banqueiros”, disse, em nota, o presidente da Contraf-CUT, Roberto von der Osten.
FORÇA SINDICAL
Avaliação do comércio
Já a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) disse, em nota, que há argumentos técnicos para justificar manutenção da taxa Selic. “A decisão é compreensível, uma vez que, sem a colaboração da política fiscal, o rigor monetário tende a perder sua eficácia e dificilmente seria capaz, sozinho, de controlar o processo inflacionário em curso”, divulgou.
O COPOM E OS "MERCADOS"
Por seis votos a dois, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve hoje (20) a taxa Selic em 14,25% ao ano.
Em comunicado, o Copom informou que a decisão considerou não apenas a inflação, mas o atual balanço de riscos do país, as incertezas domésticas e principalmente externas.
A decisão surpreendeu os analistas, que esperavam aumento de 0,5 ponto percentual.
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20/01/16 - 22:22
*Matéria com base em informações das Fontes citadas e da Agência Brasil de Notícias








