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domingo, 3 de maio de 2020

APROVADO PLP 39/2020 - RECURSOS INSUFICIENTES PARA ESTADOS E MUNICÍPIOS E ARROCHO SOBRE OS SERVIDORES CIVIS



Senado aprova auxílio de R$ 125 bilhões para estados e municípios.

                 Da Redação | 02/05/2020, 23h45
Fonte: Agência Senado

O Plenário do Senado aprovou neste sábado (2) o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus (PLP 39/2020), que prestará auxílio financeiro de R$ 125 bilhões a estados e municípios para combate à pandemia da covid-19. O valor inclui repasses diretos e suspensão de dívidas. Foram 79 votos favoráveis e um voto contrário. O tema segue para a Câmara dos Deputados.

O programa vai direcionar R$ 60 bilhões em quatro parcelas mensais, sendo R$ 10 bilhões exclusivamente para ações de saúde e assistência social (R$ 7 bi para os estados e R$ 3 bi para os municípios) e R$ 50 bilhões para uso livre (R$ 30 bi para os estados e R$ 20 bi para os municípios). 

Além dos repasses, os estados e municípios serão beneficiados com a liberação de R$ 49 bilhões através da suspensão e renegociação de dívidas com a União e com bancos públicos e de outros R$ 10,6 bilhões pela renegociação de empréstimos com organismos internacionais, que têm aval da União. Os municípios serão beneficiados, ainda, com a suspensão do pagamento de dívidas previdenciárias que venceriam até o final do ano. Municípios que tenham regimes próprios de previdência para os seus servidores ficarão dispensados de pagar a contribuição patronal, desde que isso seja autorizado por lei municipal específica.

O auxílio foi aprovado na forma de um texto apresentado pelo relator, senador Davi Alcolumbre, o Senado, como autor do projeto de lei (PLP 39/2020), terá a palavra final sobre o assunto. 

Distribuição


A fórmula para repartir os recursos entre os entes federativos foi uma das grandes alterações promovidas por Davi Alcolumbre no seu texto substitutivo. A versão da Câmara usava como critério a queda de arrecadação dos impostos sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS).

Dos R$ 60 bilhões de auxílio direto aprovados neste sábado, R$ 50 bilhões poderão ser usados livremente. Essa fatia será dividida em R$ 30 bilhões para os estados e o Distrito Federal e R$ 20 bilhões para os municípios. 

O rateio por estado será feito em função da arrecadação do ICMS, da população, da cota no Fundo de Participação dos Estados e da contrapartida paga pela União pelas isenções fiscais relativas à exportação. Já o rateio entre os municípios será calculado dividindo os recursos por estado (excluindo o DF) usando os mesmos critérios para, então dividir o valor estadual entre os municípios de acordo com a população de cada um.

Por sua vez, os R$ 7 bilhões destinados aos estados para saúde e assistência serão divididos de acordo com a população de cada um (critério com peso de 60%) e com a taxa de incidência da covid-19 (peso de 40%), apurada no dia 5 de cada mês. Os R$ 3 bilhões enviados para os municípios para esse mesmo fim serão distribuídos de acordo com o tamanho da população.

Dívidas

A suspensão de dívidas abrangerá os pagamentos programados para todo o ano de 2020. Os valores não pagos serão incorporados ao saldo devedor apenas em 1º de janeiro de 2022, atualizados, mas sem juros, multas ou inclusão no cadastro de inadimplentes. A partir daí, o valor das parcelas que tiveram o pagamento suspenso será diluído nas parcelas seguintes.

Os valores pagos durante o período de suspensão serão atualizados e somados aos encargos de adimplência para abaterem o saldo da dívida a partir de janeiro de 2021. As parcelas anteriores a março de 2020 não pagas em razão de liminar da Justiça também poderão ser incluídas no programa. Também nesse caso não caberão juros e multa por inadimplência.

Em outra frente, o substitutivo permite a reestruturação das dívidas internas e externas dos entes federativos, incluindo a suspensão do pagamento das parcelas de 2020, desde que mantidas as condições originais do contrato. Nesse caso, não é necessário o aval da União para a repactuação e as garantias eventualmente oferecidas permanecem as mesmas.

Histórico


O PLP 149/2019 foi apresentado pelo governo à Câmara em junho para ajudar estados e municípios em situação financeira difícil a recuperarem o equilíbrio fiscal. Apelidado de “Plano Mansueto”,  o texto previa o refinanciamento de dívidas com a União e novos empréstimos, além de aumentar as exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal 

O ponto central era a compensação por perdas (decorrentes da pandemia) de arrecadação causadas pela queda na atividade econômica. Aprovado em abril, o novo PLP 149/2019 foi enviado ao Senado.

O projeto da Câmara, no entanto, desagradou a área econômica do governo federal por obrigar a União a compensar toda a perda de arrecadação com o ICMS e o ISS de abril a setembro de 2020, sem contrapartidas ou valor fixo.

O governo fez então uma contraproposta. Em audiência pública no Senado, na última quinta-feira (30), o ministro da Economia, Paulo Guedes, explicou que a União se propunha a desembolsar cerca de R$ 120 bilhões para ajudar estados e municípios, por meio de auxílio direto, suspensão do pagamento de dívidas e reforço ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Como contrapartida, os entes adotariam medidas de controle dos gastos públicos.


Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus

RECURSOS

R$ 60,1 bilhões

de auxílio federativo

R$ 50,1 bilhões

para uso definido pelos estados, municípios e Distrito Federal
R$ 30 bi → estados
R$ 20 bi → municípios
R$ 154,6 mi → DF

R$ 10 bilhões

para saúde pública e assistência social
R$ 7 bi → estados
R$ 3 bi → municípios

R$ 49 bilhões

com a suspensão do pagamento de dívidas com a União em 2020

R$ 10,6 bilhões

com a renegociação das dívidas com organismos internacionais

R$ 5,6 bilhões

com a suspensão de pagamentos de dívidas previdenciárias dos municípios

CONTRAPARTIDAS

» Proibição de reajuste de salários e benefícios para servidores públicos até 2022, incluindo parlamentares, ministros e juízes, e excetuando servidores das áreas da saúde, segurança pública e das Forças Armadas
» Proibição de progressão na carreira para os servidores públicos, com exceção dos servidores dos ex-territórios e de cargos estruturados em carreira, como os militares
» Vedação de aumento da despesa obrigatória acima da inflação, exceto para covid-19
» Proibição de contratação, criação de cargos e concurso para novas vagas, exceto vagas em aberto e de chefia, e de trabalhadores temporários para o combate à covid-19

MUDANÇAS NA LRF

» Veto a aumento de despesas com pessoal no fim do mandato de titulares de todos os poderes e esferas
» Flexibilização para permitir transferências voluntárias, novos empréstimos, renegociação de dívidas, antecipação de receitas, aumento de despesas relativas à covid-19, gasto de receita vinculada a outros fins
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

NOTA DO BLOG
Outra vez os MILITARES saem ilesos de qualquer perda. Para eles não serão suspensos REAJUSTES, PROMOÇÕES E NEM MESMO CONCURSOS PARA AS FORÇAS ARMADAS. Quem viver verá que, apesar de poder dar reajuste para o pessoal da saúde, esse reajuste não virá, e se vier será temporário e pequeno. Para os servidores da segurança idem. 

O país não pode cobrar preço diferente em termos de sacrifício, entre quem usa e não usa FARDA. Já foi assim na Reforma da Previdência, e a isso se chama INJUSTIÇA. Quem tem poder de pressão leva, quem não tem, também leva, só que ferro.

Na verdade, o CONGELAMENTO de salários e de progressão só será possível de 2023 em diante, com um NOVO GOVERNO. É disso que estamos tratando. Se isso é tão necessário, deveria obrigatoriamente ser imposto para TODOS.

ALCOLUMBRE  fez direitinho o jogo do governo. EM BREVE, MUITOS ESTADOS ESTARÃO FALIDOS.

GOVERNO TERÁ QUE DIVULGAR CONTRATOS EMERGENCIAIS FIRMADOS DURANTE A PANDEMIA




A administração pública estadual deverá publicar no Portal da Transparência a relação de todos os contratos que forem firmados em caráter emergencial para conter o avanço da pandemia de Covid-19. 


É o que determina o projeto de lei 2201/20, da deputada Dani Monteiro (PSol), que foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), em discussão única, nesta quarta-feira (29/04). O texto seguirá para o governador Wilson Witzel, que tem até 15 dias úteis para sancionar ou vetar.


De acordo com o texto, a publicação deverá conter o nome e CNPJ/CPF das partes contratadas; a motivação e justificativa do contrato emergencial; o valor do contrato e o tempo de duração do contrato. 


A medida valerá enquanto perdurar o plano de contingência do Governo do Estado em decorrência do Coronavírus.


Também assinam a proposta como coautores os deputados Eliomar Coelho (PSol), Renata Souza (PSol), Monica Francisco (PSol), Waldeck Carneiro (PT), Bebeto (PODE), Lucinha (PSDB), Dionísio Lins (PP), Renan Ferreirinha (PSB), Zeidan (PT), Alexandre Knoploch (PSL), Brazão (PL), Carlos Minc (PSB), Carlos Macedo (REP), Alana Passos (PSL), Carlo Caiado (DEM), Enfermeira Rejane (PCdoB), Dr. Deodalto (DEM), Danniel Librelon (DEM), Luiz Paulo (PSDB), Martha Rocha (PDT), Alexandre Freitas (Novo), Flávio Serafini (PSol), Rosenverg Reis (MDB), Coronel Salema (PSL), Marcos Muller (PHS), Max Lemos (MDB), Chicão Bulhões (Novo), Marcelo do Seu Dino (PSL), Thiago Pampolha (PDT), Franciane Motta (MDB), Capitão Paulo Teixeira (REP), Renato Cozzolino (PRP) e Gustavo Tutuca (MDB).


Nota do Blog
A FISCALIZAÇÃO sobre os recursos públicos precisa ser constante. Nesse momento de PANDEMIA, com a DECRETAÇÃO DE ESTADO DE CALAMIDADE PÚBLICA pelo GOVERNO FEDERAL, e por muitos ESTADOS e MUNICÍPIOS, ela precisa ser ainda mais eficiente e severa.

A agilidade em comprar equipamentos e fazer contratos emergenciais não pode servir de BRECHA para desvios e ROUBOS. Os RECURSOS SÃO NO LIMITE DAS NECESSIDADES, e precisam ser bem empregados. 

Não seria de todo ruim pensar em criar algum tipo de PUNIÇÃO MAIS SEVERA pára quem praticar esse tipo de DESVIO de RECURSOS DESTINADOS ao combate do CORONAVÍRUS.

Além de responder por ESTELIONATO, IMPROBIDADE, CORRUPÇÃO, quem for comprovadamente pego nesse tipo mais repugnante de crime, deveria ser condenado por HOMICÍDIO DOLOSO.

sábado, 2 de maio de 2020

MINISTRO DA CIDADANIA RECUA DE INDICAÇÃO DE SEU PROFESSOR PARTICULAR DE INGLÊS PARA CARGO NO GOVERNO BOLSONARO COM SALÁRIO DE R$ 10 MIL - DAS 4



TEACHER DE CHUVEIRO ELÉTRICO


Onyx Lorenzoni indica seu professor particular de inglês para ganhar R$ 10 mil no governo Bolsonaro

Ministro da Cidadania cancelou a nomeação nesta sexta-feira após publicação desta reportagem

NOTA DO BLOG 
A farra, ou mamata com o dinheiro público continua. Ou alguém tem dúvida de que outras "indicações" desse tipo foram feitas e serão feitas. Essa aí só foi abortada por conta da denúncia do Jornal, se não ... Tá cheio de amiguinho de filho, parente, secretário, ministro e milico no governo. OS "COMISSIONADOS" por QI, ganham essa baba toda aí que o professor ia ganhar.

E não esqueçam, ONYX LORENZONI é RÉU CONFESSO do CRIME DE CAIXA DOIS. Recebeu como muitos dinheiro POR FORA para pagar sua campanha eleitoral. Nesse caso, o ONYX, confessou o recebimento do JABÁ, mas somente depois que foi descoberto e não podia mais negar. Ele saiu ainda com a pérola de dizer que os pagadores da PROPINA lhe garantiram que o dinheiro que estavam lhe dando era de origem HONESTA, e que não houve nem haveria nenhuma "contrapartida". Ou seja o senhor que tem nome de chuveiro elétrico acha que nós somos um idiotas.

Primeira Turma
Pauta de Julgamentos

PAUTA Nº 42/2019 - Elaborada nos termos do art. 935 do Código de Processo Civil e do art. 83 do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal, para julgamento dos processos abaixo relacionados:

AG.REG. NA PETIÇÃO 7.990 (1112)
ORIGEM : 7990 - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
PROCED. : DISTRITO FEDERAL
RELATOR :MIN. MARCO AURÉLIO
AGTE.(S) : ONYX LORENZONI
ADV.(A/S) : ADAO JOSE CORREA PAIANI (0062656/RS)
PROC.(A/S)(ES) : PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA
Matéria:
DIREITO ELEITORAL
Crimes Eleitorais
Crimes contra a Fé Pública Eleitoral
Falsidade Ideológica

SAÚDE E ECONOMIA - APROVADO PROJETO PARA PERMITIR FINANCIAMENTO DE RESPIRADORES PROJETADOS NA UFRJ





Repasse inicial de R$ 5 milhões seria usado na fabricação de mil equipamentos

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) poderá repassar recursos economizados de seu orçamento para a construção de respiradores projetados pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para o tratamento da Covid-19. 

A transferência de recursos será possível com da aprovação, nesta quinta-feira (30/04) do projeto de lei 2.477/20, que altera a Lei Estadual 6.041/11, que criou o Fundo Especial da Alerj. A proposta permite que sejam feitas transferências de recursos para projetos vinculados a universidades estaduais e federais, além de programas na área de Saúde, Educação, Segurança Pública e Cultura. O projeto será encaminhado para sanção do governador Wilson Witzel.


O texto determina que os recursos sejam repassados com a aprovação dos órgãos de fiscalização estaduais e federais. De acordo com o presidente da Casa, deputado André Ceciliano (PT), uma comissão de deputados vai acompanhar detalhes do projeto para viabilizar um repasse inicial de R$ 5 milhões, suficiente para custear cerca de mil aparelhos. "Dependendo da velocidade de construção e da necessidade da população, vamos avaliar novos repasses do dinheiro economizado do orçamento da Alerj. Tudo será feito com fiscalização dos órgãos de controle”, declarou Ceciliano, que é um dos autores do texto.

Solução emergencial

Desenvolvido por uma equipe multidisciplinar de pesquisadores do Programa de Engenharia Biomédica da Coppe/UFRJ, os respiradores foram projetados para uso emergencial durante a pandemia. Para produzir as unidades, a UFRJ lançou na última semana uma campanha de financiamento. Os respiradores produzidos pela universidade ainda precisam da liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para testes e produção.

Coordenador do projeto na Coppe/UFRJ, o professor Jurandir Nadal explica que os equipamentos serão disponibilizados diretamente para os hosítais. “O ventilador que desenvolvemos é um recurso simples e seguro, porém emergencial, que deve ser utilizado somente quando não houver um equipamento padrão disponível, como já vem acontecendo em outros países. Os ventiladores não serão comercializados, mas distribuídos para os hospitais e posteriormente doados ao Sistema Único de Saúde”, afirmou.

A proposta de doação de recursos da Alerj para a produção de equipamentos foi definida na última quarta-feira (29/04) em audiência pública virtual da Comissão de Ciência e Tecnologia da Alerj, presidida pelo deputado Waldeck Carneiro (PT), que também é um dos autores do projeto aprovado. Assinam o texto ainda os deputados Zeidan (PT), Rosenverg Reis (MDB), Flavio Serafini (PSol), Luiz Paulo (PSDB), Filippe Poubel (PSL), Martha Rocha (PDT), Carlo Caiado (DEM), Marcio Canella (MDB), Lucinha (PSDB), Renata Souza (PSol), Dionisio Lins (PP), Marcio Pacheco (PSC), Sérgio Fernandes (PDT), Bebeto (Pode), Léo Vieira (PRTB), Capitão Paulo Teixeira (REP), Carlos Minc (PSB), Samuel Malafaia (DEM), Carlos Macedo (REP), Marcelo do Seu Dino (PSL), Alana Passos (PSL), Danniel Librelon (REP), Rosane Félix (PSD), Brazão (PL), Dr Deodalto (DEM), Marcelo Cabeleireiro (DC), Franciane Motta (MDB), Fábio Silva (DEM), Monica Francisco (PSol), Marina Rocha (PMB), Thiago Pampolha (PDT), Max Lemos (MDB), Dr. Serginho (REP), Bagueira (SDD), Dani Monteiro (PSol), Eliomar Coelho (PSol) e Renan Ferreirinha (PSB).


A CURVA DO Covid-19 SOBE E O MUNDO SE ASSUSTA COM O MESSIAS DA MORTE NO BRASIL - UM MINISTRO PERDIDO E UMA POPULAÇÃO DESCUIDADA.




Governadores saíram da reunião com ministro da saúde - Nelson Teich - muito preocupados. O MINISTRO continua perdido. Não tem postura firme sobre o isolamento, os dados das CIDADES em ATENÇÃO não são mais divulgados e, as compras e distribuição de EQUIPAMENTOS não se dão com a rapidez necessária. O MINISTRO só diz que: "Tem que OBSERVAR". A impressão é que não assumiu, pois enquanto "observa", pessoas morrem. 

O MUNDO vê estarrecido a conduta do presidente brasileiro. Nem mesmo os ditadores mais estúpidos do mundo, mantém um comportamento tão condenável e desumano quanto o de Bolsonaro. O PODER, a REELEIÇÃO parecem ser sua única preocupação, além claro de evitar que seus filhos sejam enquadrados pela JUSTIÇA

Aliás, Bolsonaro, para tentar criar uma BLINDAGEM, continua colocando em todos os lugares, militares da ativa e da reserva, que estarão lado a lado com os MENSALEIROS do CENTRÃO.  O Ministro da Saúde já está sendo emparedado pelos militares que desembarcam aos borbotões por lá.

UMA POPULAÇÃO DESINFORMADA E COM BAIXA AUTO-ESTIMA

Só isso explica a forma como tantos estão pelas ruas sem necessidade, querendo manter hábitos que são agora, absolutamente impróprios. Não se fala aqui dos que fazem fila para receber ajuda emergencial. Estes deveriam merecer do governo atenção. Se recebessem o auxílio poderiam guardar recolhimento.

Mas, gente bebendo, fazendo churrasco, jogando bola, passeando, aglomerando para conversa fiada, fazendo compras desnecessárias de perfumarias, estes, pelo amor de DEUS, que irresponsabilidade e insensibilidade. 

É gente que não gosta de si, não gosta de ninguém, não tem respeito pelo próximo.

O COVID-19 tem um forte aliado no VÍRUS DA IGNORÂNCIA, INDIFERENÇA, EGOÍSMO. 

ACERVO SOU SERVIDOR

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