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segunda-feira, 6 de abril de 2020

DINHEIRO PARA OS ESTADOS - CÂMARA DOS DEPUTADOS DEVE VOTAR "PLANO MANSUETO" E SOCORRER O RIO DE JANEIRO



TODOS OS ESTADOS ENDIVIDADOS DEPENDEM DESSA VOTAÇÃO - A APROVAÇÃO DESSE PLANO É QUESTÃO DE VIDA E MORTE PARA O RIO DE JANEIRO, SEUS HABITANTES E SERVIDORES.


O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar amanhã medida provisória que com proposta que muda várias regras para ingresso e manutenção dos estados no Regime de Recuperação Fiscal, conhecida como Plano Mansueto (PLP 149/19). 


A reunião está agendada para as 10 horas.


O chamado Plano Mansueto, que recebeu esse nome por ter sido elaborado pelo secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, teve o regime de urgência aprovado na semana passada. 


Os parlamentares vão analisar o relatório do deputado Pedro Paulo (DEM-RJ).


O PLP cria um programa de socorro aos estados e municípios mais endividados, que prevê liberação de empréstimos com aval da União para resolver os problemas financeiros imediatos, condicionados à adoção de medidas de ajuste fiscal que permitam a recuperação da capacidade de pagamento dos entes federativos até 2022.




NOTA DO BLOG
O Rio de Janeiro precisa que com URGÊNCIA o governo federal faça o repasse de VERBAS e libere a contratação de EMPRÉSTIMOS com AVAL da União. Picuinhas políticas à parte, é hora de agir de forma Republicana, trabalhando para superar o momento difícil que o país atravessa, assim como o mundo também sofre.

ESTADOS não podem "fabricar" dinheiro, nem podem, sem o AVAL da União, QUANDO JÁ ENDIVIDADOS, contrair novos empréstimos. Sem dinheiro NOVO em quantidade e com velocidade não haverá recursos para manter a máquina pública funcionando, gastar com SAÚDE nesse momento de Pandemia e nem pagar demais compromissos, entre eles os salários dos servidores.

MINISTRO WEINTRAUB ACHINCALHA CHINESES - E RECEBE DURA E PREOCUPANTE RESPOSTA DO GOVERNO CHINÊS



A "IMPRECIONANTE" POSTURA DE UM IMBECIL DE CARTEIRINHA


NUMA HORA GRAVE DESSAS, o ministro da educação acha tempo para GRACINHAS e, pior, uma PROVOCAÇÃO RASTEIRA, dirigida aos CHINESES, com quem as relações já andaram estremecidas por conta de uma publicação no mesmo sentido, não menos imbecil, feita por um dos filhos do ocupante do planalto.

O senhor Weintraub, deveria aproveitar esse tempo de recolhimento para refletir sobre comportamentos irresponsáveis, absolutamente inadequados para um cidadão comum e, muito pior quando feito por uma autoridade, o que pode ter uma repercussão danosa.

Não faça senhor Weintraub, como o seu presidente, cujo comportamento a população já viu que mais atrapalha do que ajuda.

VEJA AQUI A POSTAGEM IMBECIL DO MINISTRO

A RESPOSTA DA CHINA

Racista, postagem de Weintraub é negativa para relação com Brasil, diz embaixada da China

'Instamos que alguns indivíduos do Brasil corrijam imediatamente os seus erros'. 

NOTA DO BLOG

O IMBECIL DE CARTEIRINHA = WEINTRAUB - Deveria ser demitido, mas, num governo que tem um medíocre como ministro das relações exteriores, que não manda nada, é marionete do filho do presidente, outros dois medíocres, é capaz de ser promovido. 


AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE - NOSSO ABRAÇO, AGRADECIMENTO E RECONHECIMENTO !




A MELHOR FORMA DE SE EXPRESSAR ESSE AGRADECIMENTO É, FICAR EM CASA.

Quanto menor a circulação de pessoas, menor a circulação e disseminação do VÍRUS. É assim que nos protegemos e protegemos aqueles que, por dever de ofício, não podem parar.

Aos governantes cabe dar CONDIÇÕES DE TRABALHO E REMUNERAÇÃO JUSTA.


domingo, 5 de abril de 2020

EMPRÉSTIMO CONSIGNADO - SUSPENSÃO DO DESCONTO EM FOLHA POR 120 DIAS PARA OS SERVIDORES DO ESTADO.



PROJETO AINDA VAI SER COLOCADO EM PAUTA NA ALERJ


A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) vai analisar uma proposta que suspende, por 120 dias, a mensalidade de empréstimos consignados dos servidores. 


O projeto de lei foi apresentado pelo deputado estadual Jair Bittencourt (PP), e publicado no Diário Oficial da Casa. A data de votação, porém, ainda não foi definida.


O objetivo da proposta é possibilitar um alívio financeiro aos funcionários ativos, aposentados e pensionistas nesse período de crise na saúde e na economia, decorrente do vírus.


Ainda de acordo com o projeto, após a suspensão, os contratos dos empréstimos consignados ficam automaticamente prorrogados pelo mesmo período, ou seja, quatro meses.




NOTA DO BLOG
Sem data para ser votado. Sujeito a ser VETADO pelo governador. Mesmo que aprovado, poderá ter contestada a sua Constitucionalidade, visto que Estado não possuem competência para legislar sobre esse tipo de questão.

Ainda vai demorar um pouquinho para termos essa situação resolvida.


VALE CORONA = R$ 600,00 - VOCÊ SABE SE TEM, E QUEM TEM DIREITO DE RECEBER ? CONFIRA AQUI !





Coronavírus: em dúvida se poderá receber o auxílio de R$ 600? Veja 15 casos

A BBC News Brasil recebeu nos últimos dias muitas perguntas sobre o auxílio emergencial de R$ 600 que o governo pagará por ao menos três meses durante a crise econômica gerada pela pandemia do coronavírus. Nesta matéria, você confere a resposta para algumas dessas consultas: quem sabe não te ajuda a esclarecer uma dúvida sua também ?


NOTA DO BLOG
Considerando essa MATÉRIA muito importante pois, de forma simples e com uma gama de exemplos que deve alcançar praticamente todos os casos e situações dos brasileiros na informalidade, orientar de forma segura, estamos disponibilizando esse LINK. Leia, se informe, ORIENTE pessoas menos esclarecidas.

O VALE CORONA é VITAL para que durante esse momento DIFÍCIL, porém, absolutamente necessário de RESTRIÇÃO DE CIRCULAÇÃO e DISTANCIAMENTO SOCIAL, os INFORMAIS e a parcela de brasileiros mais vulneráveis possam ficar em casa, tendo uma renda mínima que lhes garanta a sobrevivência, suprindo suas necessidades básicas.

sábado, 4 de abril de 2020

Câmara aprova PEC DO ORÇAMENTO DE GUERA em 2º turno - Texto vai ao Senado SEM CORTE DE SALÁRIO DOS SERVIDORES !




IMAGINA, NUMA HORA DESSAS AINDA CORTAR SALÁRIO DE POLICIAIS, BOMBEIROS, AGENTES PENITENCIÁRIOS, MÉDICOS, ENFERMEIROS, FISIOTERAPEUTAS, DENTISTAS, ASSISTENTES SOCIAIS, NUTRICIONISTAS, TO, PORTEIROS, MAQUEIROS, AGENTES ADMINISTRATIVOS, TÉCNICOS DE PESQUISA, OPERÁRIOS EM GERAL ....

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta sexta-feira (3), a chamada PEC do “orçamento de guerra” (PEC 10/20), que permite a separação do orçamento e dos gastos realizados para o combate à pandemia de coronavírus do orçamento geral da União.


A proposta, de autoria do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e outros nove deputados de vários partidos, é a primeira a ser aprovada com o Sistema de Deliberação Remota (SDR) e precisa ser votada ainda pelo Senado. O relator do texto foi o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB).


As regras terão vigência durante o estado de calamidade pública, e os atos de gestão praticados desde 20 de março de 2020 serão convalidados.


A intenção da proposta é criar um regime extraordinário para facilitar a execução do orçamento relacionado às medidas emergenciais, afastando possíveis problemas jurídicos para os servidores que processam as decisões sobre a execução orçamentária.


Um comitê de gestão de crise aprovará as ações com impacto orçamentário relacionadas ao enfrentamento do vírus, com poder de criar e destituir subcomitês. O comitê poderá ainda pedir informações sobre quaisquer atos e contratos celebrados ou que vierem a ser assinados pela União, suas autarquias, empresas públicas e fundações públicas, tendo poder de anulá-los, revogá-los ou ratificá-los.


Suspensão de atos

O comitê poderá decidir sobre contratação de pessoal, obras, serviços e compras relacionados exclusivamente ao enfrentamento da situação de calamidade pública.

Neste sentido, a contratação temporária de pessoal, prevista legalmente, não precisará contar com prévia dotação orçamentária e autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).


O Congresso Nacional poderá suspender qualquer decisão do comitê ou do Banco Central quando considerar que contenha irregularidade ou extrapole os limites colocados pela PEC.


Desde que não vire despesa permanente, projetos do Legislativo e atos do Poder Executivo relacionados exclusivamente ao enfrentamento da calamidade pública e seus efeitos sociais e econômicos serão dispensados do cumprimento de restrições legais e constitucionais, seja para aumento de despesa, concessão ou ampliação de incentivo ou benefício tributário.


Créditos extraordinários

O Congresso Nacional terá 15 dias úteis para se manifestar quanto à pertinência e urgência dos créditos extraordinários, sem prejuízo da tramitação regular. Assim, nesse período, uma medida provisória pode, por exemplo, ser devolvida se for considerado que ela não tem relação com o combate ao coronavírus.

Composição do comitê

O comitê de gestão será composto, com direito a voto, pelo presidente da República, que o presidirá, e pelos ministros de Estado das seguintes pastas:

- Casa Civil;

- Secretaria-Geral da Presidência da República;
- Saúde;
- Economia;
- Cidadania;
- Infraestrutura;
- Agricultura e Abastecimento;
- Justiça e Segurança Pública; e
- Controladoria-Geral da União (CGU).


O presidente da República poderá mudar os ministérios que farão parte do comitê, mas sem aumentar ou diminuir a quantidade de membros.


Além dessas autoridades, participarão do comitê, sem direito a voto, autoridades de estados e municípios, de diferentes regiões do País, e escolhidas por entidades representativas.


Dos estados e do Distrito Federal, serão dois secretários de Saúde indicados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass); dois secretários de Fazenda indicados pela Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz); e dois secretários de Assistência Social indicados pelo Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS).


Pelos municípios, participarão dois secretários de Saúde indicados pelo Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems); e dois secretários de Fazenda e dois secretários de Assistência Social indicados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) e pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP).


Eventuais conflitos federativos decorrentes de atos do Poder Executivo relacionados à calamidade pública serão resolvidos exclusivamente pelo Supremo Tribunal Federal (STF).


Regra de ouro

A proposta dispensa ainda o Executivo de pedir ao Congresso Nacional autorização para emitir títulos que violem a chamada “regra de ouro”. Isso será válido enquanto durar o estado de calamidade.

Essa regra proíbe a realização de operações de crédito (emissão de títulos) com valor que supere as despesas de capital (investimentos e amortizações).


Durante a vigência do estado de calamidade pública, os recursos obtidos com emissão de títulos para o refinanciamento da dívida pública mobiliária poderão ser utilizados também para o pagamentos de seus juros e encargos.


Banco Central

Como mecanismo de injetar recursos na economia, durante o período do estado de calamidade pública, o Banco Central será autorizado a comprar e vender títulos do Tesouro Nacional, nos mercados secundários local e internacional; e também direitos de crédito e títulos privados no âmbito de mercados financeiros, de capitais e de pagamentos.

O montante total de compras de cada operação com títulos e direitos creditórios privados deverá ser autorizado pelo Ministério da Economia e informado imediatamente ao Congresso Nacional, contando ainda com capital mínimo de 25% do Tesouro.


A cada 45 dias, o Banco Central deverá prestar contas ao Congresso sobre as operações, tanto com títulos públicos quanto com direitos creditórios privados.


Questionamentos judiciais

Todas as ações judiciais contra decisões do Comitê de Gestão da Crise serão da competência do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Já a fiscalização dos atos do comitê caberá ao Congresso Nacional, com ajuda do Tribunal de Contas da União (TCU), devendo analisar a prestação de contas de maneira simplificada.


Todas as decisões e documentos examinados e produzidos pelo comitê deverão ser divulgados amplamente de forma detalhada e regionalizada nos portais de transparência dos poderes Executivo e Legislativo e no do TCU, vedado seu sigilo sob qualquer argumento.​


Destaques rejeitados

Na votação em segundo turno da PEC, foram rejeitados dois destaques que pretendiam alterar pontos da proposta. Por 390 votos a 51, foi rejeitado o destaque do Psol que pretendia excluir a permissão para o Banco Central comprar títulos públicos e privados, seja no mercado nacional ou internacional.

Também foi rejeitado, por 395 votos a 54, o destaque do Novo que pretendia retirar da PEC a permissão de o Banco Central comprar títulos privados de crédito em mercados secundários, no âmbito de mercados financeiros, de capitais e de pagamentos.


Reportagem – Eduardo Piovesan

Edição – Pierre Triboli
Fonte: Agência Câmara de Notícias

NOTA DO BLOG
As duas emendas feitas ao "Orçamento de Guerra" que previam a redução salarial dos servidores públicos foram rejeitadas.

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