DURANTE CERIMÔNIA NO BNDES, GOVERNADOR MANIFESTOU PREOCUPAÇÃO COM AS CONTAS DO ESTADO.
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, durante cerimônia de posse da nova diretoria e presidência do BNDES, fez algumas declarações que merecem destaque.
O governador ressaltou ser contrário à PRIVATIZAÇÃO da CEDAE, empresa que classificou como estratégica para o Rio, inclusive, gerando anualmente LUCRO. Witzel "prometeu melhorar" a administração e os serviços prestados pela empresa.
Para que a CEDAE não seja PRIVATIZADA, porém, vai ser preciso REPACTUAR termos do REGIME DE RECUPERAÇÃO FISCAL. Aliás, essa questão de buscar REVER o REGIME em muito do que ele traz de OBRIGAÇÕES A SEREM CUMPRIDAS, vai ser VITAL para que o atual governo possa desempenhar bem sua "ÁRDUA" missão de tirar o ESTADO do BURACO em que se encontra, sem empurrar JUROS E DESPESAS para o futuro.
COMO SE SABE, a dívida do ESTADO com a UNIÃO não está sendo PAGA. Congeladas as PARCELAS, os JUROS, entretanto, continuam CORRENDO, o que lá na frente em 2022, fará com que o RIO DEVA MAIS DO DOBRO DE AGORA.
O governador destacou ainda a necessidade de se conseguir uma maneira de REDUZIR o DÉFICIT do ESTADO para 2019. O ROMBO DO ORÇAMENTO - diferença entre o que o estado espera arrecadar e aquilo que tem de pagar no presente ano, é estimado em R$ 8 BILHÕES, sendo que, de RESTOS A PAGAR, dívidas NÃO HONRADAS com FORNECEDORES por exemplo, existem R$ 11 BILHÕES e uns quebrados deixados por CABRAL e PEZÃO.
Como se vê, o governador vai precisar trabalhar muito, economizar muito, melhorar muito o fluxo de entrada de recursos no caixa do estado, negociar muito, seja o RRF ou os RECURSOS DA LEI KANDIR, e ter muita criatividade para cumprir todas as sua promessas.





