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sexta-feira, 24 de março de 2017

ACABOU O BLOQUEIO DAS CONTAS DO RIO - R$ 95 MILHÕES JÁ FORAM ENTREGUES AO GOVERNO FEDERAL


GOVERNO DO ESTADO VAI AGORA VER QUANTO DE RECURSOS JÁ POSSUI PARA COMEÇAR A QUITAR O SALÁRIO DE FEVEREIRO AINDA PENDENTE


A informação é que o bloqueio de R$ 95 milhões sofrido pelo estado do Rio de Janeiro, por determinação do governo federal, que se iniciou desde a quarta-feira (22/03), terminou hoje (24/03), de acordo com a Secretaria de Estado de Fazenda e Planejamento do Rio.

Segundo o governo, não há ainda avaliação sobre o impacto e CONSEQUENTE MAIOR ATRASO que ele poderá acarretar no pagamento de fevereiro dos salários dos servidores. 

O calendário de depósitos / pagamento do mês em atraso, ainda está sendo concluído e deverá ser divulgado até o início da próxima semana.

   LEIA +   

ADRIANA ANCELMO EM PRISÃO DOMICILIAR - QUE DINHEIRO PAGA O LUXO QUE ELA VAI DESFRUTAR ?

PAGAMENTO DE DOCENTES DA FAETEC - JORNAL EXTRA NÃO COLOCA A MÃO NO FOGO


VEJA A CHAMADA DO JORNAL:
Docentes da Faetec devem receber parte do salário de fevereiro nesta sexta-feira.

APESAR DA SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA TER ENVIADO UMA NOTA PARA O JORNAL AFIRMANDO QUE VAI PAGAR.

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Social informa que a ordem de pagamento foi efetuada nesta quinta-feira. Por conta de trâmites bancários, a visualização do valor poderá acontecer na data de amanhã. Receberam aproximadamente 2,2 mil professores da Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio Regular e Ensino Médio Integrado ao Técnico. Com relação ao Cap-Uerj, considerando a autonomia universitária, a Uerj optou por não fazer a separação da folha de pagamento. Logo a secretaria não possui autonomia para fazer o pagamento sem que a universidade encaminhe as devidas informações sobre sua folha. O percentual será de 59,25%, proporcional à verba do Fundef.

NOTA DO BLOG

A ressalva do JORNAL, o colocar a informação na condicionante "DEVEM", tem razão de ser.  
Esse anúncio já foi feito desde terça-feira, a SECTI afirma até que alguns já receberam ?? mas...

Se algum PROFESSOR da FAETEC quiser informar que recebeu, o BLOG agradece.

Quanto aos demais servidores da FAETEC, e demais servidores do ESTADO, aí incluindo o pessoal da UERJ que se negou a receber de forma parcial, nossa solidariedade.

PEZÃO QUER CORTAR SALÁRIOS NA UERJ - INTERVENÇÃO REFORÇA CARÁTER ARBITRÁRIO E INCOMPETÊNCIA DO GOVERNO

SEGUNDO A COLUNA DO JORNALISTA ANCELMO GOIS

Pezão decide cortar 30% dos salários de professores da Uerj
POR ANCELMO GOIS - 24/03/2017 06:30
Navalha na carne

Pezão resolveu, na noite de ontem, intervir na Universidade do Estado do Rio (Uerj), que passa por grande dificuldade. Decidiu pelo corte de 30% nos salários daqueles professores e funcionários que estão parados há cinco meses. 
Na outra ponta: o governador promete colocar em dia todo a despesa de custeio da universidade.

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Nossa Opinião

O governador Fernando Pezão já deveria ter mergulhado de cabeça no problema da UERJ, mas não da forma como a coluna do jornalista Ancelmo Gois diz que ele pretende fazer.

Pezão deveria ir até à Universidade, conversar com o REITOR, conversar com PROFESSORES, SERVIDORES, TRABALHADORES TERCEIRIZADOS e ALUNOS.

Tomar PÉ da situação, verificar o caos em que essa MASSA de pessoas está mergulhada, com sua vida profissional, financeira e familiar desorganizada, e não querer enfiar o PEZÃO na porta e entrar para quebrar quem já está mais do que quebrado pela incompetência e omissão do governo do Estado, sob sua gestão.

A movimentação de PEZÃO deveria ser outra.

Colocar em dia o pagamento das empresas terceirizadas, exigir o pagamento dos trabalhadores dessas empresas, normalizar os serviços de manutenção, limpeza, vigilância, abastecimento, colocar em dia o salário de TODOS OS SERVIDORES, dar condições então da UERJ voltar a funcionar.

Ainda que não disponha de recursos para fazer tudo de uma vez, que faça em partes, com um CRONOGRAMA acertado VIA DIÁLOGO.

O que não pode, é um INCOMPETENTE E CALOTEIRO GOVERNO, ainda querer vir dar uma de cantar de VALENTÃO, na UNIVERSIDADE que ele ABANDONOU.

Menos senhor PEZÃO, menos. 

Os professores, os servidores e funcionários querem trabalhar, os alunos querem estudar. 

Ao invés de meter o PEZÃO, estenda a MÃO, e busque corrigir o erro de deixar em RUÍNAS esse PATRIMÔNIO da EDUCAÇÃO, CULTURA E CIÊNCIA do nosso estado, que é a UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

quinta-feira, 23 de março de 2017

LEI KANDIR - UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO


OS LEITORES TEM COMENTADO MUITO SOBRE A LEI KANDIR - COM O QUE A UNIÃO DEVE AOS ESTADOS POR CONTA DA RETENÇÃO DE ICMS AO LONGO DOS ANOS.


O STF DEU UM PRAZO AO GOVERNO FEDERAL PARA QUE ELE REGULAMENTE E COMECE A PAGAR AOS ESTADOS. NUMA CONTA ENTRE O QUE OS ESTADOS DEVEM À UNIÃO, E O QUE A UNIÃO DEVE AOS ESTADOS, ALGUNS, COMO MINAS GERAIS POR EXEMPLO PASSARIAM DE DEVEDORES PARA CONDIÇÃO DE CREDOR. O GOVERNADOR DE MINAS, FERNANDO PIMENTEL, VEM PEITANDO O GOVERNO TEMER, E NÃO QUER NEM OUVIR FALAR EM "SOCORRO", OU PACOTE DE MALDADES NO CAMPO FISCAL. JÁ O GOVERNO DO RIO, TEM SE MOSTRADO UM CORDEIRINHO, E ACEITA CALADO SEM RECLAMAR TODAS AS BARBARIDADES COMETIDAS CONTRA AS SUAS FINANÇAS.


O QUE O RIO TEM PARA RECEBER NÃO SERIA SUFICIENTE PARA VIRAR O JOGO DA DÍVIDA, MAS, TRARÁ UM BOM ALÍVIO ANUAL. SE O GOVERNO DO RIO SE EMPENHASSE NESSE TEMA, ELE PODERIA TER INCLUÍDO ESTES CRÉDITOS NA NEGOCIAÇÃO, IMPEDIDO BLOQUEIOS DE SUAS CONTAS, E ATÉ CONSEGUIDO UM FORTE ARGUMENTO COM BASE SÓLIDA NO CAMPO DE GARANTIAS, PARA RECEBER NOVOS EMPRÉSTIMOS, MAS...

A MATÉRIA PUBLICADA PELO JORNAL DA ALERJ, TRAZ IMPORTANTE ESCLARECIMENTO SOBRE O ASSUNTO, E PODE SER CONSIDERADO UM ALENTO, UMA PERSPECTIVA DE BOAS NOTÍCIAS EM BREVE.



As discussões sobre alternativas para ajudar o Rio de Janeiro a sair de sua mais grave crise financeira ganharam reforço de peso. A Comissão de Tributação da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) quer incluir, no Plano de Recuperação Fiscal do estado, compensações para as perdas com a Lei Kandir. A proposta é do deputado Luiz Paulo (PSDB), que comanda a comissão, e já foi apresentada ao presidente da Alerj, deputado Jorge Picciani (PMDB). 

Se a proposta sair do papel, o Rio passaria a receber R$ 4 bilhões por ano da União. “Essa lei provocou enorme prejuízo ao Rio e a seus municípios, que precisam ser ressarcidos”, diz Luiz Paulo. “Já teríamos crédito líquido e certo daqui para a frente. 

Esse dinheiro serve, inclusive, de contrapartida para o empréstimo relativo à venda da Cedae.” Em 18 anos, entre 1997 e 2015, o estado deixou de arrecadar R$ 49,2 bilhões com Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) na exportação de itens previstos na Lei Kandir – entre eles o petróleo, principal motor da economia fluminense. 

O Rio só fica atrás de Minas Gerais, que deixou de recolher R$ 92 bilhões no período. E mais: entre 2011 e 2015, as perdas foram de R$ 26,7 bilhões – R$ 4,4 bilhões só em 2015. Os dados são da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa). 

Pouco dinheiro em caixa Aprovada em 1996 pelo Congresso Nacional, a Lei Complementar 87, conhecida como Lei Kandir, estabelece as regras para o ICMS, principal fonte de receita dos estados. Uma delas é que não seja cobrado o imposto das exportações. A norma prevê que os estados sejam compensados. Na prática, pouco dinheiro entra em caixa . Em novembro de 2016, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu prazo de um ano para que o Congresso regulamente, por lei, os repasses aos estados. 

A ideia, agora, é sensibilizar o Congresso a cumprir a decisão. 

Deputados também tentam convencer o ministro Luiz Fux, relator, no STF, da ação que pede a antecipação do plano acordado com União, Câmara e Senado. A discussão mobiliza diversos partidos. “Se o problema da economia do Rio é o montante de dívida e o montante de pagamento que tem da dívida com a União, parte dessa dívida pode ser abatida pela Lei Kandir, a que o Rio tem direito, mas nunca recorreu”, diz o líder do PSol, deputado Marcelo Freixo.

Por: Vanessa Schumacker

SAIBA MAIS SOBRE A LEI KANDIR

Lei Kandir – Wikipédia, a enciclopédia livre

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CALOTE ! EMPRESAS CONTRATADAS PELA CECIERJ NÃO RECEBEM PAGAMENTO DO ESTADO DESDE 2016


GOVERNO NÃO PAGA EMPRESAS CONTRATADAS PELA FUNDAÇÃO DE ENSINO À DISTÂNCIA HÁ UM ANO


Desde 2016, o Governo do Estado não paga as empresas prestadoras de serviço contratadas pela Fundação Centro de Ciências e Educação Superior à Distancia do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj). A informação foi divulgada pelo presidente da Rede Cecierj, Carlos Bielschowisky, durante audiência publica da Comissão de Educação, realizada nesta quarta-feira (22/03), no Palácio Tiradentes.


Carlos informou que, de acordo com a Lei Orçamentária aprovada no ano passado, R$ 15,9 milhões foram destinados para o custeio da Fundação. "A verba foi liberada, nós contratamos os terceirizados, apresentamos os recibos dos serviços prestados, mas as Secretaria de Fazenda não efetuou o pagamento, como deveria ter ocorrido", explicou o presidente da Fundação. 

Com isso, os 61 Centros de Estudos de Jovens e Adultos (Ceja), administrados pela Cecierj, estão sem porteiros, limpeza e merendas, desde o início desse ano. "Teremos que fechar ainda nesse semestre quatro escolas do Ceja. A verba está cada vez mais curta", adiantou Carlos, que também se mostrou preocupado com a falta de computadores na Rede, equipamentos necessários para o ensino à distância oferecido na Fundação.

Pré-Vestibular

Cerca de 10 mil alunos matriculados no Pré-Vestibular Social, administrado pelo Cecierj, também estão sentindo os reflexos da crise. A Secretaria de de Estado de Educação (Seeduc) informou à Fundação Cecierj que além do transporte social, que nunca foi oferecido para esses alunos, agora não terá mais como dispor de repasse para a merenda dos estudantes. "Vamos tentar ajudar quem tem uma renda menor, mas não sabemos por quanto tempo", afirmou Carlos.

O presidente da Comissão de Educação, deputado Comte Bittencourt (PPS), sugeriu ao presidente da Cecierj que seja solicitada ajuda à Secretaria de Estado de Ciência Tecnologia e Inovação (Secti). "A Secti tem um repasse de merenda destinado à Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec). Em situações emergenciais como essa, poderíamos verificar a possibilidade da Secretaria repassar parte desse recurso à Seeduc, para que a mesma destine à Fundação Cecierj", ponderou o deputado.

A Fundação

Há 17 anos a Fundação Cecierj desenvolve projetos nas áreas de educação superior à distância e divulgação científica. Atualmente a Rede conta com 40 mil alunos, divididos em 32 unidades em todo o estado. Segundo o presidente da Associação de Servidores da Rede Cecierj, Vittorio Lo Bianco, os últimos anos estão sendo os mais difíceis para a instituição. "Estamos sem apoio do governo do estado. Na última semana uma servidora ficou presa dentro de uma sala de aula na sede da Mangueira, após bandidos terem invadido o prédio, que não tinha nenhuma segurança", desabafou o servidor.

FONT: ALERJ

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