VOLUME E TIPO DE APLICAÇÃO FEITA PELO INSTITUTO = LETRAS FINANCEIRAS DO BANCO MASTER = SÃO CONSIDERADOS DE RISCO POR NÃO SEREM COBERTAS PELO "FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITOS" DO BANCO CENTRAL DO BRASIL.
O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO = TCE/RJ = Notificou com PEDIDO CAUTELAR o Rioprevidência sobre a situação e, determinou que o INSTITUTO não fizesse mais aplicações de recursos do seu FUNDO DE PENSÃO na Instituição Financeira, ou "em outras que não atendam aos princípios de SEGURANÇA E PROTEÇÃO FINANCEIRA".
OS R$ 960 MILHÕES que o Rioprevidência "INVESTIU" no MASTER, representam 10% de suas RESERVAS que, encontram--se sim em possível risco, visto que o BANCO MASTER está no momento no centro de uma VENDA para o BRB (Banco de Brasília) que, tem sido objeto de muita DESCONFIANÇA do chamado MERCADO e especialistas na área econômica.
O presidente do Rioprevidência diz que tudo está feito dentro da Legalidade, mas, NÃO EXPLICOU A CONCENTRAÇÃO DE RECURSOS no Master. Segundo matéria de O GLOBO, a SGE = Secretaria Geral de Controle Externo, sustenta que o Conselho de Administração do Rioprevidência não autorizou tais investimentos.
O Governo cláudio castro não se manifestou sobre o assunto, que já é conhecido desde o ano passado, objeto de uma audiência na ALERJ. Parece que, também aí o governo é omisso. Aliás, em se tratando de Rioprevidência o descaso do governo é evidente. Sede NOVA, com VELHAS PRRÁTICAS e DEFICIÊNCIAS de nada adiantam.
O Jornal O GLOBO procurou o Ministério da Previdência Social que, segundo o jornal, até a publicação da matéria não respondeu.
O Bancco Master também não teria respondido ao questionamento do Jornal O Globo.
CONCLUSÃO
Ninguém entendeu até HOJE, o motivo do Estado do Rio ter aberto para o CREDCESTA a possibilidade de oferecer cartão aos servidores.
O CARTÃO CREDCESTA É ALVO DE UMA CHUVA TORRENCIAL DE DENÚNCIAS E QUEIXAS e, pertence ao Banco Master,
Inaceitável que o Rioprevidência faça investimentos com risco muito acima do tolerável. Inaceitável que o dinheiro que paga a aposentados e pensionistas do RJ, seja de forma tão pouco previdente administrado.